Virou uma febre nas redes sociais os textos em formato de listas. Parece ser uma metodologia bem didática e bastante apropriada para o rápido ambiente virtual. Resolvi então aderir à moda e exercitar essa maneira diferente de escrever aproveitando um tema bastante comum e que costuma gerar tantos problemas na nossa igreja. Não sou um especialista em liturgia, mas ao longo da minha caminhada, estudando, praticando e vendo outros grupos de música acho que aprendi pelo menos essas coisas…
terça-feira, 5 de maio de 2015
10 coisas que o músico não deve fazer na liturgia
Virou uma febre nas redes sociais os textos em formato de listas. Parece ser uma metodologia bem didática e bastante apropriada para o rápido ambiente virtual. Resolvi então aderir à moda e exercitar essa maneira diferente de escrever aproveitando um tema bastante comum e que costuma gerar tantos problemas na nossa igreja. Não sou um especialista em liturgia, mas ao longo da minha caminhada, estudando, praticando e vendo outros grupos de música acho que aprendi pelo menos essas coisas…
quarta-feira, 11 de março de 2015
Ministrar Música para Louvar o Senhor
Músicos, cantores e compositores católicos! Oh, que bênção especial o Senhor nos concedeu: ministrar o louvor! A Palavra de Deus pode muito bem nos ajudar a termos maior entendimento de nossa missão na Igreja.
O que São Pedro escreveu outrora, vale muito também para nós:“Formem um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de poderem oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo”.
E mais: “Proclamem os grandes feitos d’Aquele que chamou vocês das trevas para a luz maravilhosa. Vocês são aqueles que antes não eram povo, agora, porém, são povo de Deus; os que não eram objeto de misericórdia, agora, porém, alcançaram misericórdia. Trabalhem a fim de que se realize a construção de um edifício espiritual.” (I Pedro 2,1-10)
Edifício espiritual – Nós costumamos cantar dentro de templos, em salões e até nas praças. De fato, eis aí os espaços onde realizamos nossa missão. E muitos músicos de nossa Igreja não se cansam de buscar novos lugares para evangelizar através da música. Todavia, devemos cantar e louvar o Senhor envolvendo todo o nosso ser, a nossa alma! Cantamos e tocamos e compomos canções porque dentro de nós há um desejo insaciável de querer louvar sempre mais o Senhor. Nossa vida se expressa no nosso canto! Nosso canto se torna nossa pregação, nosso testemunho, nossa oração! Esta intimidade com Jesus é fruto de uma amizade que vai crescendo entre nós e Ele. Daí a importância da oração, da Adoração, da Palavra de Deus, das boas literaturas, de valorizar os testemunhos dos outros irmãos de caminhada, de estar em comunhão com a Igreja...
Sacerdócio santo – A música na Igreja é um dom para ser partilhado. Nossa alegria é podermos nos colocar a serviço da missão da Igreja. Se tivermos uma banda, um coral ou mesmo um simples violão, o que conta para Deus é o amor em servir. Eis aí nosso sacerdócio santo! Através da nossa música oferecemo-nos a nós mesmos à Deus. E “embalamos” a comunidade para que faça também a oferenda de seus dons. Nossa música ajuda, portanto, a construir “pontes espirituais” que nos unem cada vez mais a Deus.
Sacrifício – Os sacrifícios espirituais são nossas expressões de amor, nosso esforço de conversão, nossas fadigas e buscas e superações para sermos cristãos mais santos, ministros de música mais autênticos!
"Nossa vida e nossa música, meros meios para se chegar tal fim."
Agradar a Deus e não aos homens – São Pedro nos exorta a colocarmos Jesus no lugar certo: o centro de nossas vidas. É Ele o ponto de partida e a meta a ser alcançada. Ele é o fim último; nossa vida e nossa música, meros meios para se chegar tal fim. Eis aí uma tentação que sempre se coloca no nosso caminho: agradar as pessoas, sermos bem sucedidos, conhecidos e famosos, elogiados... “Jesus não aceita ser o segundo”, ensinava o saudoso Pe. Claudino Biff, de Tubarão.
Proclamar os grandes feitos – Ao louvarmos o Senhor, nos unimos a toda a Criação para proclamar as Obras de Deus. Deus não para de fazer o bem! Deus é a dinâmica da vida e a Vida em constante dinamismo. Com nossa música queremos ajudar toda criatura humana a reconhecer e “publicar” o que Deus tem feito por nós. A natureza canta! O Universo canta! Como podemos “não cantar”?
Ele nos chamou – Concedendo-nos dons para cantar, tocar ou compor, Deus estava nos “vocacionando” para este ministério tão especial. Nossa resposta ao chamado de Deus precisa ser dada continuamente: nos ensaios, nas construções musicais, no estudo/formação, no relacionamento com os outros músicos, nos momentos de oração e no nosso testemunho de músico cristão! Nossa música religiosa se torna um grande atrativo para trazer as pessoas mais para perto de Deus; ela mexe com os sentimentos e desperta emoções! Ela pode levar muitas pessoas à conversão!
Luz maravilhosa – Por isso, o músico religioso não pode ser uma pessoa triste e sem entusiasmo. Ele, por primeiro, experimentou ficar inundado e transpassado pela “luz” do Amor de Cristo! E assim como o vitral da janela reflete os raios multicoloridos do sol no ambiente, nossa música revela as riquezas espirituais que trazemos dentro de nós. Assim, nossa música pode tocar corações e despertá-los para um amor maior a Deus! Quanto bem nossa música faz!
"Precisamos cantar o amor de Deus! Cantar o Divino perdão!"
Ser povo pela misericórdia – O Amor de Deus fez de nós o Seu povo! Ele nos amou com infinito amor, nos deu nova chance fundado em Sua divina misericórdia. Precisamos cantar o amor de Deus! Cantar o Divino perdão! Cantar e tocar para louvá-Lo sempre!
Trabalhar na construção – Portanto, nossa música não tem sentido nela mesma, mas está a serviço da construção do Reino de Deus! Precisamos trabalhar! Colocar nossos dons a favor da construção deste edifício espiritual que é a nossa Igreja!
Contato do Padre Auricélio Costa:
www.padreauricelio.blogspot.com.br
peauricelio@yahoo.com.br
Face: Auricélio Costa
www.padreauricelio.blogspot.com.br
peauricelio@yahoo.com.br
Face: Auricélio Costa
terça-feira, 10 de março de 2015
A Importância da Música
Salve Maria!
Estava eu ontem, me arrumando para a missa, aqui no Seminário, e escutando música, quando de repente começa a tocar Arauto do Bem, do Padre Auricélio Costa, uma música incrível, que toca muito na questão da minha vocação. E ao ouvir a música comecei a refletir sobre a importância da música em minha vida, logo em seguida, me lembrei da importância que a música tem na vida humana.
Um casal apaixonado sempre se lembra da primeira música que dançou juntos, um rapaz que sentiu o chamado de Deus, se lembra da música que mais reflete sua vocação, isso ocorre muito, e para cada um, cada música tem um sentido diferente. A música é algo sacro, uma coisa de Deus, vejam os salmos, eram recitados ao som da cítara, da arpa, da lira de dez corda, entre outros. A música vem de Deus, e parte de Deus a inspiração para um "Cantar na Igreja", não é mera vontade de quem o faz, é algo muito belo, é uma vocação, um chamado que não parte de um humano, mas sim de Deus. Muita gente ouve música demais, mas não absorve seu conteúdo e sua mensagem. O principal na música é a mensagem, seja ela cantada ou subentendida em tons e notas. A música sempre fez parte da vida do homem, mesmo quando na caverna. A música não é somente a junção de sons produzidos por instrumentos, mas também a combinação de sons e silêncio. A cada dia de nossa vida a música se faz presente, por isso é que devemos valorizar mais o ato de ouvir música. Termino esta pequena reflexão sobre a Importância da música, pedindo que faça este desafio, pare um pouco, ouça uma boa música e tente entender a mensagem que ela traz, procure uma música que lhe provoque algum sentimento, seja qual for. Tente deixar-se conduzir pelas notas da melodia!
Deus nos Abençoe!
Seminarista Vinícius de Carvalho
Criador e Editor do projeto.
Estava eu ontem, me arrumando para a missa, aqui no Seminário, e escutando música, quando de repente começa a tocar Arauto do Bem, do Padre Auricélio Costa, uma música incrível, que toca muito na questão da minha vocação. E ao ouvir a música comecei a refletir sobre a importância da música em minha vida, logo em seguida, me lembrei da importância que a música tem na vida humana.
Um casal apaixonado sempre se lembra da primeira música que dançou juntos, um rapaz que sentiu o chamado de Deus, se lembra da música que mais reflete sua vocação, isso ocorre muito, e para cada um, cada música tem um sentido diferente. A música é algo sacro, uma coisa de Deus, vejam os salmos, eram recitados ao som da cítara, da arpa, da lira de dez corda, entre outros. A música vem de Deus, e parte de Deus a inspiração para um "Cantar na Igreja", não é mera vontade de quem o faz, é algo muito belo, é uma vocação, um chamado que não parte de um humano, mas sim de Deus. Muita gente ouve música demais, mas não absorve seu conteúdo e sua mensagem. O principal na música é a mensagem, seja ela cantada ou subentendida em tons e notas. A música sempre fez parte da vida do homem, mesmo quando na caverna. A música não é somente a junção de sons produzidos por instrumentos, mas também a combinação de sons e silêncio. A cada dia de nossa vida a música se faz presente, por isso é que devemos valorizar mais o ato de ouvir música. Termino esta pequena reflexão sobre a Importância da música, pedindo que faça este desafio, pare um pouco, ouça uma boa música e tente entender a mensagem que ela traz, procure uma música que lhe provoque algum sentimento, seja qual for. Tente deixar-se conduzir pelas notas da melodia!
Deus nos Abençoe!
Seminarista Vinícius de Carvalho
Criador e Editor do projeto.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Hino da Campanha da Fraternidade 2015 - Eu Vim Para Servir
Assista o vídeo com o Hino Oficial da Campanha da Fraternidade que será vivenciada durante a quaresma e o ano de 2015. Inspirada nas palavras do Papa Francisco, a música tema da campanha nos inquieta e mostra que Jesus veio para servir.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Aprender com Albertina
APRENDER COM
ALBERTINA
Letra e música:
Pe. Auricélio Costa
Participação
especial: Andréa Mendes de Moraes
O
que pode me ensinar esta menina
que
brotou como água cristalina,
jorrando
límpida lá das montanhas?
O
que posso aprender com uma criança?
O
que é que ela entende de esperança?
E
sobre Céu, o que ela pode saber?
Ninguém
conhece os mistérios desta vida.
Deus
mostra que o Amor não tem medida.
Quem
tem coração puro pode entender.
Esta
menina nos ensina a amar,
servir
a Deus e sempre n’Ele confiar.
Com
uma Santa sempre há o que aprender!
Ó BEATA
ALBERTINA,
COMO É GRANDE O
TEU CORAÇÃO!
PODER AMAR TODAS
AS PESSOAS,
COMO CRISTO QUE
SE DÁ EM COMUNHÃO.
Ó BEATA
ALBERTINA,
COMO É SANTO O
TEU MARTÍRIO,
COROANDO COM
DIVINO BRILHO,
TUA VIDA REPLETA
DE AMOR!
Tuas
lições apontam para o Céu.
Amar
a todos sem distinção.
Ser
solidária com os irmãos.
És
sacrário vivo (2v) do Cristo Pão.
Tuas
lições levam à santidade:
promover
o tempo da paz.
Misericórdia
alegra o coração.
Ó
Virgem e Mártir (2v), roga por nós!
Iluminação:
Ap
3,4-5 “Algumas pessoas que não mancharam suas vestes, andarão Comigo
vestidas de branco, porque o merecem... Jamais
apagarei o seu nome do Livro da Vida, e o apresentarei diante do meu Pai e dos
seus anjos.”
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Vocação de Cantar na Igreja
Há muito tempo cantamos na Igreja, lembramos perfeitamente de cantos que aprendíamos na catequese, sendo que naquela época, as músicas principalmente do Pe. Zezinho fervia e era quase que uma obrigação junto com os textos do catecismo, tê-los na ponta da língua. Estávamos vivendo as Missões Capuchinhas (1981) e era tão bom ver, ouvir, cantar e participar de toda aquela festa e alegria. Surgiam então os grupos de jovens, os corais infantis; e nós podemos dizer que fomos agraciados em ter vivenciado tantas experiências nesta fase de nossas vidas.
Já adolescentes, íamos à catequese que era sempre acompanhada pelos encontros paroquiais, onde as irmãs ensaiavam cantos novos e nos preparavam para Primeira Comunhão e depois o Crisma (somente nós cantávamos as nossas próprias Missas dos Sacramentos). Lembramos perfeitamente que éramos em um número muito reduzido de catequizandos, mas as irmãs sempre queriam mais de nós...
Fizemos parte da formação de alguns corais Infanto-Juvenis, acompanhados de instrumentistas como o Senhor Geraldo (in memorian), Maneca (in memorian), Rinaldo Fernandes; onde na época cantava-se principalmente cantos dos livros que a Igreja tinha, “Vem vamos Cantar...” é um dos que lembramos antes do atual “Celebrai”. Em 1989, entrávamos no então Coral Santa Ana, onde tivemos uma experiência de canto no mínimo interessante; logo de partida cantar em outras comunidades, principalmente a Ladainha de Nossa Senhora em Latim, era muito gratificante. Então com toda uma loucura e desprendimento juvenil iniciar cantando no início dos anos 90, canções com ritmos e letras para os jovens, era algo inexplicável. Poder participar de encontros diocesanos de jovens e convites para encontros de outros seguimentos da Igreja, edições dos Cantos Pastorais Sul-4, Diocesanos e Comarcais, fez com que crescêssemos cada vez mais na certeza de que o caminho estava sendo construído.
Não nos esquecendo do coral em quatro vozes, onde a perfeição e colocação das tessituras das vozes, vezes arrepiava a alma e os braços (pelos), vezes desentoava até encontrar o tom certo. Primeiro na paciência do Maestro Lourenço de Pietro, depois na parceria do Maestro José Alex Fernandes (Leco). Surgem os primeiros casamentos, as ordenações diaconais e sacerdotais, os primeiros shows em palcos e sonorização com profissionais, tendo sempre as dicas de técnicos de som, entre estes: João Carlos Ribeiro do Nascimento. Primeiros convites para participação de CD’s e enfim nos tempos atuais a gravação do nosso próprio DVD, de caminhada de 10 anos de nosso Grupo Tons de Deus.
Ufa!... Pensamos que não íamos acabar mais de escrever o resumo de nossa História com a música na Igreja! Ficaram tantos nomes, tantas parcerias, tantos momentos; mas quem sabe numa outra oportunidade se acrescenta, por hora tá bom assim...
Mas tudo o que foi relatado, não é para mostrar nossa caminhada como se fosse um currículo musical, é sim, para que percebam que por mais que Deus nos dê talentos, e é Ele quem nos dá, se ficássemos somente com os talentos, talvez não estivéssemos continuando esta História musical, pois os TALENTOS são DONS de DEUS, e isso é indiscutível, mas o TRABALHO ÁRDUO e COM AMOR, faz parte de TODA a MISSÃO para que ESTA SEJA BEM FEITA; independente de qual seja a “SUA VOCAÇÃO”.
Vavá e Ana Jandira – Grupo Tons de Deus
Fonte: Blog Musicalmente Além (Clique Aqui)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
A Música Católica
Em todos os anos de sua
existência, a Igreja Católica sempre teve presente em suas liturgias a música,
instrumento de evangelização e de espiritualização, ao longo dos tempos a
música religiosa foi sendo aperfeiçoada e renovada para uma maior interação do
povo nos sagrados mistérios.
Para a música ser denominada
Católica ela deve seguir as bases da fé de quem a compõe, sendo assim, a música
católica deve estar em completa comunhão com o que a Igreja ensina e propõe
para os seus fiéis. Santo Agostinho, dizia: “Quer saber o que cremos? Venha
ouvir o que cantamos”, como então podemos cantar músicas que se oponham a Deus
e a sua divindade? Devemos expressar em nossas melodias a ternura e o amor de
Deus, que se revela a cada nota e a cada acorde de uma boa e autentica música
Católica. Estas devem também estar impregnadas das Sagradas Escrituras e das
tradições que cercam a Igreja de Cristo.
A palavra cantada
O compositor católico tem uma
grande fonte de inspiração, da qual podem utilizar para criar a letra da
música, e esta inspiração é a bíblia, que apesar de ter sido escrita a quase
dois mil anos é um dos livros mais atuais que existem. Há também diversas
frases e citações de santos e padres que podem ser utilizadas para a
composição, mas parte do compositor a iniciativa de estar sempre fundamentado
na Palavra de Deus. Isto faz da música uma catequese, pois ao mesmo tempo em
que se a pessoa alcançada é entretida pela música ela é também evangelizada,
pois a cada refrão da música ele tem presente a palavra de Deus.
A missão do Intérprete
cantai um canto novo!
Este é o constante chamado ao qual todo cantor e compositor católico deve atender, em um mundo onde só se canta o amor entre homens e mulheres, somos chamados a cantar o amor dos homens por Deus, e de Deus pelos homens. Esta é a vocação dos cantores e cantoras que permitem Deus utilizar de suas vozes para levar a sua mensagem de amor.
Seminarista Vinícius de Carvalho Duarte
Criador e Editor do Projeto.
seminaristaviniciusdec@gmail.com
fb.com/seminarista.viniciusdec
twitter.com/viniciusdec_tw
Assinar:
Postagens (Atom)









